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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Motivos para nos consagrar a Nossa Senhora


Saiba alguns motivos para fazer a consagração total a Jesus por Maria.

No quinto capítulo do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, São Luís Maria Grignion de Montfort nos apresenta alguns motivos para nos consagrar a Virgem Maria. Apresentamos a seguir alguns destes motivos, para que nos aprofundemos no conhecimento da consagração total a Jesus, pelas mãos de Nossa Senhora.

Como é que eu fico se entrego tudo a Maria?



Quem faz a consagração total a Virgem Maria entrega tudo a Jesus Cristo, por suas mãos. Porém, como ficam essas pessoas? Elas não ficam desamparadas?

Algumas pessoas, quando conhecem melhor a consagração total a Virgem Maria, segundo o método do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignion de Montfort, ficam com medo de se consagrar. Parte delas teme que, entregando a Jesus, pelas mãos de Nossa Senhora, o valor de todas as nossas boas obras, orações, mortificações e esmolas, não poderão socorrer aos amigos, parentes e outras pessoas que queiram ajudar. Outras pensam que, entregando tudo nas mãos de Jesus por meio de sua Mãe, ficarão desamparadas no purgatório, sem ter como pagar pelos seus pecados.

Conhecido por chutar a santa, bispo Von Helde retorna ao Brasil e ataca os Católicos


Conhecido como o “o bispo que chutou a santa”, Sérgio Von Helde está de volta com o lançamento de um livro chamado “Um Chute na Idolatria”.
Rompido com a Igreja Universal do Reino de Deus, Helde agora lidera as filiais brasileiras da Igreja da Restauração, fundada há doze anos pelo bispo Angelo Barbosa, que também é um dissidente da denominação de Edir Macedo.

O Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem, grande legado de São Luís Maria para a Igreja.


O “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem” é uma obra de São Luís Maria Grignion de Montfort (☆1673 – ✝1716), escrita por ele pouco antes de sua morte. O livro nos fala da devoção a Nossa Senhora e da necessidade da consagração a Ela. Além disso, o Tratado nos dá um método simples e eficaz de consagração, de nos entregar inteiramente a Maria.

Por que temos medo da cruz?


Padre Paulo Ricardo nos fala sobre a causa do medo que temos de Deus e da cruz.
Todo protestante irá concordar conosco que a vida santa é a imitação de Cristo, só que nós olhamos para a cruz de Cristo e a gente se apavora. Se é isso que temos que fazer, nos dá medo. Mas não tenha medo, Mamãe está aqui. Quantas vezes me levantei durante a noite, assustado no meu quarto e corri para a cama de mamãe. Todo medo, diz o Papa Bento XVI, é medo de solidão, de estar só, desamparado. Ela não fazia nada, bastava que ela estivesse acordada. Ela dizia: deita aqui. Colocava-me entre ela e meu pai, dizendo: não se assuste com esses sonhos terríveis e satânicos; não se assuste, porque tudo que Satanás é capaz de produzir na sua vida é só miragem, é só fumaça, não tem consistência; mamãe tá aqui. Mamãe, a Virgem Maria, está conosco. Entendeu como é que se faz? Entendeu a escola dos mártires? Entendeu como é simples? Na hora da tempestade, na hora da agitação, na hora da tragédia, Mamãe está aqui. Você não está entendendo o motivo do sofrimento, mas Mamãe está aqui, se entregue. Esse é o método de Deus.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

História de Santo Agostinho de Hipona


Por sua singular relevância, Santo Agostinho teve uma influência enorme e poderia afirmar-se, por uma parte, que todos os caminhos da literatura cristã latina levam a Hipona (hoje Anaba, na costa da Argélia), localidade na qual era bispo e, por outra, que desta cidade da África romana, na qual Agostinho foi bispo desde o ano 395 até 430, partem muitos outros caminhos do cristianismo sucessivo e da própria cultura ocidental.

Nossa vocação é o céu


“Com efeito, o volume insignificante de uma tribulação momentânea acarreta para nós uma glória eterna e incomensurável” (2Cor 4, 17).

Somos da estirpe de Maria, de sua descendência (cf. Gn 3, 15), por isso, nela temos uma Mãe digna do próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. Esta é uma verdade da qual nós cristãos católicos não podemos nos esquecer nem desprezar. Pois, Maria é Mãe de Cristo, cabeça da Igreja, e de nós, seus membros. Isso é motivo de grande alegria para nós, pois não estamos sós. Temos Maria. O próprio Cristo nos entregou a ela: “Mulher, eis o teu filho!” (Jo 19, 26). Precisamos apenas acolher a Mãe do Senhor: “Eis a tua mãe!” (cf. Jo 19, 27).

Entregue seus fardos a Jesus, por Maria


“Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mt 11, 28).
Neste versículo do Evangelho de Mateus, Jesus nos chama a atenção para uma realidade, da qual não podemos fugir. Nós não damos conta de carregar sozinhos os nossos fardos. A prova disso é que Ele mesmo, em sua vida terrena, dividiu com os apóstolos e discípulos a missão que o Pai lhe confiou. Jesus, em sua sabedoria, confiou aos que o quisessem seguir a missão de pregar o Evangelho até os confins da terra, até que venha o seu Reino de maneira definitiva. Na sua entrega, Jesus foi ajudado por Simão, de Cirene, a carregar a pesada cruz até o alto do monte Calvário.

Nossa Senhora e a Eucaristia


Jesus se torna acessível às pessoas na comunhão
O Papa João Paulo II escreveu o documento Ecclesia de Eucharistia falando da extrema ligação de Nossa Senhora com a Eucaristia. Há um nexo profundo entre Maria Santíssima e a Eucaristia; o próprio Papa João Paulo II afirma que Ela foi o primeiro sacrário do mundo, por essa razão, Ela em tudo tem a ver com Jesus Eucarístico. A primeira coisa que o saudoso Pontífice nos recorda é que Maria não estava presente no momento da instituição da Eucaristia, na Santa Ceia, pois não era o papel dela estar lá, mas através de sua intercessão, realizou-se o milagre da transubstanciação pelo poder do Espírito Santo.

Maria, templo santo de Jesus Cristo


O Pai fez da Virgem Maria o templo santo, do qual nasceu Jesus Cristo, Nosso Senhor.


No tempo de Davi, ele morava em um palácio, mas o Senhor não tinha uma morada. Ele habitava em uma tenda. Foi seu filho Salomão que construiu um templo para Deus. Passou-se o tempo, este templo foi destruído pelos inimigos, e reconstruído várias vezes. Até que, na plenitude dos tempos, o Senhor mesmo construiu para si um templo. Seus alicerces foram São Joaquim e Sant’Ana. Este templo é Maria.
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