Os momentos finais da vida de Santa Dulce dos Pobres

imagem de Santa Dulce dos Pobres

Em entrevista comovente, o bispo relata como foi a morte da primeira santa nascida no Brasil.



Irmã Dulce, conhecida como “O Anjo Bom da Bahia”, foi canonizada pelo Papa Francisco no dia 13 de outubro de 2019. Sua vida foi inteiramente dedicada aos pobres. Entre muitas de suas obras sociais, está a fundação de um hospital, que hoje é referência no norte e nordeste brasileiros. Após a canonização, a religiosa passou a se chamar Santa Dulce dos Pobres.



Irmã Dulce faleceu no dia 13 de março de 1992, aos 78 anos de idade. Nos últimos anos de sua vida, teve como orientador espiritual e conselheiro o bispo de Irecê, Bahia, D. Tommaso Cascianelli. Em entrevista à Rádio Vaticano/Vatican News, D. Tommaso falou como foram os últimos momentos da religiosa antes do seu encontro com o Pai.

Segundo o bispo, a religiosa estava em seu quarto, que tinha sido adaptado e se tornou uma UTI nos últimos dois anos antes da morte. Ela sofria de problemas respiratórios.

Naquele dia, os médicos deram poucas horas de vida, devido ao agravamento no quadro. D. Tommaso diz que ela recebeu a Extrema Unção e foi consagrada a Nossa Senhora. Às três horas da tarde, os médicos, então, pediram para que todos deixassem o quarto. D. Tommaso foi rezar em uma capela e algo “estranho” aconteceu:

“Depois de meia hora, eu senti um vento muito frio nas minhas costas… Não tinha ninguém na capelinha, as janelas todas fechadas, a porta fechada… No momento eu fiquei sem entender… Saí da capela, fui ao quartinho-UTI… Ela ainda apresentava sinais de vida…Segurei a mão dela, mas depois de um minuto, aquela aparelhagem deu uma linha reta… Ela faleceu”.

O bispo diz que aquele vento frio foi um chamado de Irmã Dulce, para que ele acompanhasse o momento da morte dela. Emocionado, D. Tommasco ainda falou sobre a expressão facial de Santa Dulce dos Pobres depois da morte:

“O rosto [dela] voltou ao normal, porque antes, devido às dores que ela sentia, parecia quase outro rosto. Depois, voltou tudo ao normal.”

Clique aqui para ler a entrevista completa.

via Aleteia
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