É possível ser amigo dos santos?


O teólogo e escritor Scott Hahn publicou um guia para relacionar-se com os santos, no qual conta também sua experiência de encontro real no dia em que caiu de joelhos para pedir pela cura do seu filho.


Scott estava no quarto do hospital ao qual seu filho havia sido transferido com caráter de urgência. O pequeno enfrentava a morte.


“Eu me sentia tão impotente como pai, que só pude me ajoelhar e rezar.” No lugar que aparentava ser um quarto solitário com um pai e um filho doente, havia, na verdade, mais alguém: “Estavam no quarto: São Francisco de Assis, Santa Clara e Maria. Eu não ficaria surpreso se, naquele momento, alguém tivesse acendido a luz e visto rostos de anjos”. 

Este testemunho é parte do último livro do convertido ao catolicismo Scott Hahn, intitulado “Anjos e santos: um guia bíblico para a amizade com os santos de Deus”, que por enquanto só foi publicado nos Estados Unidos.

Com o livro, o autor pretende recordar que a solidão é apenas uma ilusão, e que realmente estamos submersos no plano de amor de Deus, em comunidade com os irmãos e com os santos, a quem nos dirigimos pedindo intercessão.

Santa Teresinha do Menino Jesus e São Josemaría Escrivá são dois dos santos cujas vidas são abordadas por Scott, em uma tentativa de aproximar estas figuras da Igreja da vida cotidiana dos católicos e de explicar melhor o conceito de “família cristã”.

“Não há nada que agrade mais um pai que ver seus filhos e filhas cada vez mais unidos, mais amigos”, afirmou o autor, que convida a uma reflexão sobre a vida de oração de cada um. “Em um mundo onde cada vez se impõe mais a ação, é preciso parar um pouco de fazer coisas e começar a sentar-se com calma para rezar. Deixar que Deus aja em nós.”

via Aleteia

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