Mensagem de ano novo de Padre Fábio de Melo



As esperanças prescrevem. Carece renova-lá dentro de nós. O ano recém nascido é um convite à renovação. O corte no calendário nos provoca a conceber o tempo que nos resta a partir de novas perspectivas. 





Estou mais exigente em minhas escolhas. Não falo de exigências que me projetem para o contexto infértil do perfeccionismo. Não. É no contrário que caminho. Decidi que vou desobrigar-me dos fardos de expectativas alheias. 



Quero desconstruir todas as estradas que me apartaram do essencial. Perdi tempo demais com urgências infundadas, com olhares que me exigiam o que a elas não pertenciam. Prestei pouca atenção nas necessidades da minha alma, e tudo repercutiu no corpo. 



É hora de fazer o ano ser novo de novo. Sem metas, sem prisões de previsões. O ano ano novo por ele mesmo. Menino que recebo em casa, sem os vícios impostos pela educação que socializa a hipocrisia como regra de boas maneiras. Quero mais calma, mais estradas, menos destinos determinados.




Quero conhecer a felicidade que não precisa ser elaborada para acontecer, observar de perto os que funcionam a partir de um mecanismo bem mais simples que o meu. Os que não guardam rancor, os que vivem sem culpas, os que se reservam mais, os que escutam mais do que dizem, os que amam sem ilusões. 

Quero do tempo a pergunta fundamental, o sussurro de Deus nos meus ouvidos, a voz conselheira que me diz em íntima cumplicidade: vai, meu filho, vai ver a beleza do mundo que hoje lhe preparei.


As esperanças prescrevem. Carece renova-lá dentro de nós. O ano recém nascido é um convite à renovação. O corte no calendário nos provoca a conceber o tempo que nos resta a partir de novas perspectivas. Estou mais exigente em minhas escolhas. Não falo de exigências que me projetem para o contexto infértil do perfeccionismo. Não. É no contrário que caminho. Decidi que vou desobrigar-me dos fardos de expectativas alheias. Quero desconstruir todas as estradas que me apartaram do essencial. Perdi tempo demais com urgências infundadas, com olhares que me exigiam o que a elas não pertenciam. Prestei pouca atenção nas necessidades da minha alma, e tudo repercutiu no corpo. É hora de fazer o ano ser novo de novo. Sem metas, sem prisões de previsões. O ano ano novo por ele mesmo. Menino que recebo em casa, sem os vícios impostos pela educação que socializa a hipocrisia como regra de boas maneiras. Quero mais calma, mais estradas, menos destinos determinados. Quero conhecer a felicidade que não precisa ser elaborada para acontecer, observar de perto os que funcionam a partir de um mecanismo bem mais simples que o meu. Os que não guardam rancor, os que vivem sem culpas, os que se reservam mais, os que escutam mais do que dizem, os que amam sem ilusões. Quero do tempo a pergunta fundamental, o sussurro de Deus nos meus ouvidos, a voz conselheira que me diz em íntima cumplicidade: vai, meu filho, vai ver a beleza do mundo que hoje lhe preparei.
Uma foto publicada por pefabiodemelo (@pefabiodemelo) em

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